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Responsabilidade Social e Felicidade em Frankenstein e Fausto

É bem sabido que vários grandes cientistas pensam seriamente sobre as conseqüências de suas próprias descobertas científicas.

Muita atenção é o problema da responsabilidade por suas ações atraídas pela religião e construída com base em suas filosofias. Os pecados, que são nossas indiscrições, devem sempre ser punidos.

O problema da responsabilidade social sempre foi um tema significativo na literatura de diferentes gêneros e tendências literárias. Não há obras de clássicos da literatura mundial, onde quer que seja colocado em uma perspectiva particular, a pergunta: “Ser ou não ser?” Isto, obviamente, não é se viver, existir ou ir para outro mundo. Essa é outra tarefa, um plano moral: “Precisamos ser honestos?”

A importância deste tema na cultura de vários povos deve-se ao fato de que o homem – um ser social e, portanto, deve ser capaz de se comunicar adequadamente com a sociedade e assumir a responsabilidade pelas ações por ele cometidas. É por isso que este tópico é semelhante a um interesse em todos os momentos.

Um exemplo marcante da importância da responsabilidade social é um romance de Mary Shelley “Dr. Frankenstein”. Esta história levanta a questão da moralidade, ética e responsabilidade social dos cientistas, que está em busca de sua própria felicidade, e como ele acha que o benefício de cometer atos precipitados. Dr. Frankenstein, procura realizar seu sonho e provar que a vida após a morte – não é um mito. No início da história, o pequeno Victor Frankenstein percebe que sua ação não beneficiará ninguém, a única coisa que ele quer alcançar – é a sua própria felicidade e sentimento de auto-satisfação. Somente quando ele viu o resultado de sua experiência e percebeu que mal ele criou, os cientistas entendem que é hora de assumir a responsabilidade por suas ações, ser responsável por sua criação diante de Deus e diante dos homens.

É uma história semelhante que encontramos no famoso romance de “Faust” de Johann Goethe. O protagonista trabalha Doctor Faustus procurar encontrar uma resposta para a eterna pergunta “Qual é o significado da vida” e, portanto, faz um pacto com um demônio Mefistófeles.

Em sua busca por Fausto não se detém em nada, ele não pensa na dor que causa as pessoas ao seu redor. Somente depois de se encontrar com Marguerite, um homem começa a perceber o quanto estava errado. A percepção de que ele perde tudo o que lhe é caro ajuda-o a superestimar sua atitude para com o mundo e a perceber que esta responsabilidade social.

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