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Pesquisa e testes em animais

Todos os anos milhões de vidas de animais são retiradas devido a experiências dolorosas. Estamos vivendo no terceiro milênio e o progresso, espiritual e físico, exige que todos os obstáculos ao desenvolvimento civilizado sejam eliminados. Faz sentido testar novos medicamentos e tratamentos em animais?

85% dos experimentos realizados nos últimos 100 anos com o objetivo de desenvolver novas drogas e tratamentos caem para o período de 1950 até os dias atuais. No entanto, a expectativa média de vida nesse período permaneceu praticamente inalterada, enquanto o número de doenças crônicas continua a crescer.

O fato é que, devido às diferenças anatômicas e fisiológicas entre pessoas e animais, o teste de medicamentos e novas terapias em animais é ineficiente e até perigoso. Por exemplo, sabe-se da observação científica que a morfina acalma as pessoas, mas excita os gatos.

Antes de o medicamento chegar ao balcão da farmácia, são necessários vários testes em animais que duram de 15 a 20 anos. Nesta fase de testes clínicos iniciais, 90% dos medicamentos são rejeitados.

A análise das conquistas da medicina moderna mostrou que o progresso médico está amplamente associado às observações clínicas dos pacientes, e não aos experimentos com animais. Isso inclui o tratamento de doenças como hepatite, reumatismo, febre, colite ulcerativa, doenças da tireoide e outras. A guerra contra o câncer começou em 1971, mas não teve sucesso, embora os custos dos experimentos com animais tenham excedido um bilhão de dólares apenas nos Estados Unidos. Também experimentos com animais no estudo da AIDS foram inúteis.

Experimentos em animais exigem enormes custos financeiros. Ao mesmo tempo, o dinheiro poderia ter sido gasto com sucesso em uma campanha publicitária por um estilo de vida saudável. A necessidade de tomar remédio seria reduzida ao mínimo.

Hoje, há vários centros para o desenvolvimento de alternativas para experimentos com animais. Em vez de usar animais, há centros que usam organismos unicelulares, bactérias, culturas de células, modelos de computador, etc. 75% dos experimentos com animais hoje podem ser feitos com sucesso em culturas de células. Esses métodos são eficazes, precisos e exigem menos gastos financeiros.

A naturopatia é outra alternativa promissora aos experimentos com animais, que elimina a necessidade de testar uma série infinita de medicamentos que destroem as defesas do corpo e oferece sua própria abordagem para a melhoria do humano. Esta abordagem visa prevenir doenças e normalizar processos metabólicos. Outra alternativa é a homeopatia que treina o sistema imunológico.

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