(48) 4507-5403
Você quer saber como fazer um trabalho academico? Por apenas R$ 10 por página Obtenha um exemplo de monografia gratuito e pronto

O problema com o mal

Na filosofia da religião, o problema do mal é a questão da existência simultânea do mal e do deus, que é absolutamente ou relativamente todo-poderoso, onisciente e todo-bom. Em favor do mal, há argumentos que indicam que a coexistência simultânea do mal e de tal divindade é pouco provável ou impossível. Tentativas de provar o contrário são apresentadas pela teodicéia.

Uma ampla gama de questões relacionadas ao problema do mal é tratada em teologia. Esse problema também é estudado em outras áreas da filosofia, como a ética secular, assim como em algumas disciplinas científicas, como a ética evolucionária. No entanto, geralmente o problema do mal é visto em um contexto teológico.

Pela primeira vez o problema do mal foi estudado pelo filósofo grego Epicuro, usando o seguinte argumento: se o Deus onipotente, onisciente e todo-bom existe, então o mal não existe; o mundo é mal; portanto, o Deus todo-poderoso, onisciente e todo-bom não existe.

Esse argumento usa o método da contradição. Este argumento é logicamente verdadeiro se as premissas são verdadeiras, daí a conclusão é verdadeira. A interpretação moderna é a seguinte: Deus existe; Deus é onipotente, onisciente e todo-bom; tudo bem quer destruir o mal; onisciente sabe de onde vem o mal e como ele pode ser destruído; o Todo-Poderoso é capaz de resistir ao mal; Deus conhece todas as causas do mal, capaz de impedir o aparecimento do mal e quer destruí-lo; se o Deus onipotente, onisciente e todo-bom realmente existe, a existência do mal é impossível; mas o mal existe (contradição lógica).

Estas provas mostram duas variantes da contradição lógica da existência do mal. Eles mostram que os julgamentos adotados levam a uma contradição lógica e, portanto, não podem ser simultaneamente corretos. Os debates filosóficos enfocam os julgamentos, alegando que Deus e o mal não podem existir simultaneamente, e que Deus destruiria o mal. Por outro lado, os defensores do teísmo (Leibniz) afirmam o contrário: Deus pode coexistir com o mal e usar o mal para o bem.

A solução para o problema do mal é às vezes classificada e teodicéia. Normalmente, a justificação do problema do mal se resume a uma tentativa de provar que não há mal: o mal é apenas um bem distorcido ou mal compreendido. Em outras palavras, o mal é uma falta temporária de bem.

A teodiceia tenta fornecer justificativas possíveis e, assim, refuta a evidência óbvia de dano do mal, colocando a razão filosófica e moral de sua existência. Alguns autores argumentam que a existência de demônios ou a queda de um homem é de fato possível, mas não provável e capaz de atuar como uma justificativa, mas não como uma teodiceia.

Prev post Next post