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Os exemplos de suicídio na literatura

Muitos escritores proeminentes descreveram o tema do suicídio, analisando a idéia de morte em muitas formas. Os suicídios costumam ser os mais afetados, quer haja um monólogo interno do personagem na história ou um mistério horripilante em torno de suas intenções. No mundo real, o suicídio não é nada romântico, no entanto, na literatura, muitas vezes é romantizado e mostrado como bonito, estranho e conectado com o amor. Muitos livros mostram esse tipo particular de morte e vejamos vários exemplos deles.

Uma das obras literárias mais famosas com o suicídio é “Hamlet”, de Shakespeare. A amante de Hamlet, Ofélia, não pôde suportar a traição e cometeu suicídio. A história mostra como ela se afoga em um córrego cercado pelas flores que ela segurou em seus braços. Essa cena é linda e assustadora ao mesmo tempo. A morte de Ofélia pode ser considerada um acidente, mas sabemos de sua crescente loucura e incapacidade de lidar com o sofrimento dela. O monólogo de Gertrude sobre o afogamento de Ofélia é conhecido como uma das descrições mais cativantes da morte nas obras de Shakespeare.

Outro suicídio dramático é mostrado no romance “Anna Karenina”, de Leo Tolstoy. Atravessando o caos emocional, a desesperada Anna se joga embaixo do trem, seguindo a descrição da morte de um trabalhador ferroviário mencionado anteriormente no romance. O leitor pode imaginar a heroína saltando graciosamente para o seu destino, segurando a mão até a testa.

A morte de Emma Bovary em “Madame Bovary”, de Gustave Flaubert, é outro famoso suicídio na literatura. Em sua vida, Madame Bovary sonhava com romance, intrigas e fugir das banalidades da vida provinciana. Ela era a esposa do médico e sua vida não era espetacular. Ela decide terminar sua vida comendo uma tigela de arsênico, mas seu sofrimento não termina tão rápido. Ela está condenada a sofrer publicamente por horas antes de sua eventual morte. Os leitores podem sentir a estranheza assustadora na descrição da perda de controle da realidade de Emma.

Edna Pontellier em “O Despertar”, de Kate Chopin, é outra senhora que se suicidou. É um exemplo estranho e calmo de suicídio – a mulher simplesmente entra na água e nada acontece. A versão do autor do suicídio é aliviar e parece ser uma compressa fria contra a dor que Edna experimentou em sua alma. Sua morte a libertou de toda a dor que a estava matando.

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