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O Oceano Místico na História dos Poderes Mágicos de Sarah

Sara chegou bem perto do topo do penhasco, ficando no meio do nada, com medo de olhar para baixo da borda da rocha. Enquanto dirigia seus olhos para a piscina azul e transparente que aparecia para baixo, ela podia ver as águas brilhantes seduzindo-a para mergulhar em sua profundidade sem fim. Ela apenas olhou brevemente, mas era difícil tirar os olhos da piscina. Ela já sabia de suas experiências passadas que a hesitação nas tentativas de reunir sua vontade e coragem apenas aumentaria seu medo e tornaria mais difícil saltar diretamente para o desconhecido. Ela estava inalando confiança e exalando ansiedade, tomando fôlego após respiração e contando para si mesma em voz alta. Um momento depois, ela estava se entregando à mercê do vento e da sabedoria da gravidade. Quando ela estava caindo, ela podia sentir o senso familiar de poder mágico penetrando seu corpo da cabeça aos pés, enchendo todo o seu ser com força e força. Toda vez que não havia diferença, mas toda vez que ela estava caindo, era muito emocionante.

Sarah alcançou a superfície da água e em segundos não restava oxigênio em seus pulmões para prolongar a respiração. Suas veias ferviam com adrenalina que mal conseguia suportar. A única coisa para a qual ela agora estava puxando todos os seus esforços era deixar a luz do sol tocar seus cabelos dourados de cobre e alcançar um cochilo de ar ventoso. Ela estava imersa na experiência emocionante, quando apertar a dor atacou seu peito e não lhe deu a chance de fazer um leve movimento. E, de repente, ela não estava mais lá. Ela podia ouvir pássaros cantando, mas não havia cheiro de água salgada por perto. Ela abriu os olhos e encontrou-se no quarto, cheia de raios de sol da manhã suave. Ela estava absorvendo a luz, cobrindo com ternura todo o seu corpo. Por um momento, foi difícil dizer se o sol ou o brilho dela estavam iluminando o espaço, pois tanta luz foi encalhada naquele jovem corpo em flor.

Sempre havia algo especial no ar da manhã. Isso lhe deu frescor de pensamentos e força de confiança. Toda vez que ela estava observando o sol subir no horizonte, parecia que não havia ontem e tudo o que ela tinha era apenas o dia se aproximando. Ela amava as manhãs mais do que amava sua vida, pois se encontrava viva apenas naqueles minutos rápidos de fluxo quando a aurora estava nascendo.

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