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Composição do argumento ontológico de Anselms

Como teólogo e filósofo, Santo Anselmo se esforçou para provar a existência de Deus, na verdade. A maior parte de seu argumento é encontrada no capítulo 2 do Proslogium.

O Anselmo começa identificando Deus como um ser do qual praticamente nada maior poderia ser concebido. Ele continua simplesmente afirmando que mesmo um truque tem a capacidade de compreender completamente essa definição de Bondade e que o que é realizado já existe no entendimento. Anselmo agora faz sua primeira inferência intermediária com base nesses tipos de construção inicial; Deus precisa existir no entendimento e, portanto, é um ser possível. A seguir, Aneselm parte da premissa de que, se algo existe na realidade, é maior do que se estiver disponível apenas no entendimento. Nesse ponto de seu argumento, Anselmo muda de tática e supõe que Deus existe apenas no entendimento. Com base na premissa anterior, isso significa que é possível que Deus (se Ele estivesse conosco na realidade) pudesse ter sido maior do que Ele é (existindo apenas dentro do entendimento). Com base nessa suposição, Deus definitivamente não é o ser do que não-e maior é possível. Se o significado inicial de Deus de Anselmo pode ser substituído na inferência anterior, torna-se uma afirmação contraditória: a obtenção do que não é melhor é geralmente não é o ser do qual nada maior pode ser feito. Portanto, Anselmo supõe que Deus está disponível apenas no entendimento é falso. Simplesmente provando que esse tipo de desagregação, Anselmo, de fato, verificou que Nosso deus deve existir no entendimento e na realidade. Esta conclusão final, de que Deus deve existir na realidade, é o objetivo do argumento de Anselms.

Os capítulos III e IV do Proslogium apóiam a discussão do Anselmo, detalhando detalhadamente a definição de nosso deus. Ele afirma que nada maior pode ser concebido que não seja Deus e que, se uma cabeça pudesse engravidar para ficar melhor do que o nosso Deus, esse animal ficaria acima de Deus. No capítulo sexto, v Anselmo passa a deduzir a natureza de Deus da mesma definição básica Dele como algo mais alto do que aquilo que não pode ser pensado. Esse indivíduo chega com todos os atributos regulares: simplesmente, sincero, abençoado e o que é melhor obter do que nunca ser.

Muitas objeções foram levantadas quanto à validade e solidez do argumento ontológico de Anselms. Um dos argumentos mais convincentes e mais famosos esteve presente por Immanuel Kant nos dezoito oitocentos anos. Kant identificou falhas na filosofia de Anselms de que, se algo existe na realidade, é maior do que se existe dentro do entendimento por si só. Segundo a objeção, viver não é uma característica ou talvez uma propriedade. Como resultado, a grandeza de um ponto depende unicamente dos bens imobiliários que possui, independentemente de algo estar lá fora, na realidade ou apenas no entendimento, não afetá-lo, de qualquer forma, é grandeza. Por exemplo, considere uma mítica nota de cem dólares com todas as mesmas casas que uma despesa de 100 dólares que existirá. A única diferença entre o projeto de lei verdadeiro mais o imaginário é que o primeiro existe na realidade e no entendimento, enquanto o último existe apenas no entendimento. Mas esse tipo de diferença geralmente não é uma grande diferença em nenhum par de características ou propriedades que as contas tenham. A existência na realidade não é nada como ser verde ou ser criada de jornal, não é uma característica ou propriedade. Ao descobrir que essa única premissa é doentia, todo desacordo da Anselms é refutado.

Anselmo pode muito bem responder à objeção de Kants simplesmente afirmando que as possíveis criaturas que existem apenas no entendimento devem ser coisas dependentes. Esses tipos de itens contingentes podem existir ou talvez deixar de existir. Tudo o que é necessário é maior que as coisas condicionais, porque elas não podem não existir. Como resultado, a ideia de Anselms deve ser entendida como dizendo que, se algo existe apenas no entendimento, e é um ser possível, é uma permanência contingente. Mas tornar-se um devir contingente, poderia ter sido maior do que era como um ser importante. Ao explicar o básico da maneira na lista acima, o argumento Kants não é mais relevante.

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