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Visão geral da estrutura tectônica do local de Montejunto

Do ponto de vista tectônico e estrutural, a área de Montejunto é dividida em duas partes por um grupo transversal de erros. A zona EINE é restrita, no lado leste, simplesmente por falta de orientação NE-SW, bem como o contato envolvendo a composição mesocenozóica é mais ou menos vertical. A zona SW da área de Montejunto é caracterizada pela presença de muitas falhas na orientação NE-SW.

A anticlinha de Montejunto resultou na compressão e elevação alpina cenozóica. Falhas no porão e movimento de sal controlavam essa elevação, no entanto, também administravam a subsidência diferencial mesozóica, como pode ser visto nas espessuras variáveis ​​das seqüências relacionadas à fissura do Jurássico Superior. É possível definir três sub-bacias ao redor da anticlinha de Montejunto: Bombarral, Arruda e Turcifal.

Uma das muitas grandes transformações geométricas do contêiner LB é essa partição nas sub-bacias, especialmente no setor Central. A primeira vez que o efeito da falha de Torres Vedras-Montejunto é visível, o principal contribuinte para a segmentação nessa área no LB sob uma perspectiva tectônica. O erro cometido por Torres Vedras-Montejunto (FTVM) corresponde a uma sequência de falhas unidas por links suaves, com movimento normal. Durante o Jurássico Superior e o Cretáceo de Diminuição, ele é realmente responsável pela diferenciação entre o pote Bombarral, no bloco subsidente, e as bacias de Arruda e Turcifal para a região sul. Este erro tem um papel importante no desenvolvimento geológico da localização. Com uma ótima orientação NE-SW, formou-se no 3º estágio de rachadura da bacia lusitana.

A separação das características tectônicas desta bacia funciona durante a sedimentação como um obstáculo paleogeográfico, diferenciando os ambientes de sedimentação. As sub-bacias Turcifal e Arruda dividem-se simplesmente por uma média de 20 km de comprimento, norte a nordeste, atingindo Runa Fault Sofisticated, e as meias grabens Turcifal e Arruda são separadas da sub-bacia de Bombarral-Alcobaça por 70 km de nordeste a leste tendência estrutural do lineamento, o lineamento Torres Vedras-Montejunto (Figura 4). O desenvolvimento de sub-bacias intrincadas ligadas a falhas e diapir resultou da presença de halita para profundidade (última era Triássico-Hettangiana, Formação Dagorda) limitou e modificou a propagação de falhas do porão na sobrecarga pós-sal, contribuindo para o desenvolvimento de almofadas de sódio, como pode ser visto em dados sísmicos, e retraimento forçado extensionalmente durante as fases extensionales jurássicas – esse desenvolvimento resultou na separação do componente sul em duas meias-garras, resultando nas sub-bacias Arruda e Turcifal, com o deslocamento do sal a sub-bacia de Arruda, na anticolina de Montejunto, separou as sub-bacias de Arruda e Bombarral.

A sub-bacia de Arruda corresponde a um meio-graben produzido durante o Meio Oxfordian-Late Oxfordian como consequência de ataques de rachaduras transtimensionais que influenciaram a Bacia da Estremadura. Esse tipo de sub-bacia simboliza um vaso separável intra-continental com uma forma de losango.

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