Saber por onde e o que escrever na monografia

Começar a fazer a monografia requer alguns processos específicos. Escrever um TCC ou uma monografia é muito mais fácil do que você imagina, nesse texto mostramos um pouco como você fazer a introdução de uma forma mais simples, objetiva e convidativa para quem for ler e avaliar e poder se interessar pelo seu trabalho.

Você nunca deve se esquecer de que todo o seu TCC deve estar amarrado do seu Projeto Conclusão de Curso. Por isso ele deve ser bem escrito. Para escrever a introdução de um trabalho, de forma bem resumida, você deve seguir:

  • Logo na introdução de um trabalho, explique o tema;
  • Qual é o problema de pesquisa. – contextualização – Você pode deve questionar e os problemas e ir respondendo durante todo o desenvolvimento do seu trabalho;
  • Saber qual será o objetivo e especificar isso no seu trabalho;
  • Quais são os principais conceitos que serão desenvolvidos no seu trabalho;
  • Quais são as hipóteses da sua pesquisa;
  • Mostrar a importância do seu estudo para a sociedade e para a academia;
  • Resumidamente (em duas ou três parágrafos) como é a metodologia da sua pesquisa;
  • Termine falando sobre o que o leitor encontrará na monografia, ou seja, detalhe sobre o que se trata os seus capítulos.

Tudo o que foi citado serve para que consiga fazer a introdução de um trabalho, eles demonstram claramente sobre o que se trata a pesquisa e expõem com muita clareza o tema e seus objetivos. O que temos que ter em mente é que a introdução deve mostrar ao leitos sobre o que se trata o trabalho, eles cumpriram com esta tarefa. A monografia sobre educação leva você a diversos temas, assuntos e problemas que você pode discutir, isso pode ser muito bom se você souber escolher.

O conceito sobre a educação integral como tema

Promover a educação integral significa considerar todas as competências e aprendizagens essenciais aos estudantes. Historicamente, a concepção de educação integral já mudou bastante. No início do século passado, o termo era usado num sentido enciclopedista, de passar para o estudante todo o conhecimento acumulado pela humanidade, mas houve desde então uma evolução muito grande na quantidade de conhecimento produzido pela sociedade e hoje isso não faz mais sentido.

O que faz sentido e que está proposto na Base Nacional Comum Curricular (BNCC) que é oferecer às crianças e jovens as ferramentas para continuarem aprendendo sempre, mesmo depois que saírem da escola. Todos os alunos tem o direito a entender o que lê, a se fazer entender pela escrita, dominar as operações matemáticas básicas, conhecer os fundamentos científicos e tecnológicos. Com isso, ele é capaz de entender e aproveitar a informação que está democraticamente espalhada, assim poder saber escolher o que deseja fazer e o que se tornar futuramente.

Apenas algumas pessoas são capazes de articular e mobilizar as informações, o acesso livre fará diferença. Atualmente todos tem acesso a educação mas nem todos conseguem ou não estão dando prioridade a educação. É preciso mobilizar os conhecimentos e articular saberes para aplicar na prática, ou seja, dar respostas aos desafios da vida moderna. Grandes estímulos que temos que dar para os jovens de hoje:

  • Importancia da educação na sua carreira
  • Oportunidades de vida
  • Experiencias que podem dar para fora do Pais

A capacidade de aprender a aprender é essencial porque, no mundo de hoje, muitos dos conteúdos que a escola tenta transmitir em pouco tempo ficam defasados. No entanto, a discussão sobre as competências que realmente são necessárias não é de hoje.

Falar sobre o letramento precoce

Enquanto algumas instituições de ensino apostam em atividades ligadas à leitura e à escrita, outras defendem a ideia de que é preciso preparar a criança antes de abordar esse tipo de assunto. Introduzida pelo filósofo e educador austríaco Rudolf Steiner em 1919, a pedagogia Waldorf defende que os pequenos (com até 7 anos de idade) tenham apenas uma responsabilidade na escola: brincar. Ao interagir com jogos e atividades lúdicas, meninos e meninas desenvolvem diversas habilidades, entre físicas e motoras, além de um estímulo essencial para a vida: a confiança. Segundo a teoria, nessa fase o aluno tende a gastar muita energia e se prepara fisicamente – isso é fundamental para o seu desenvolvimento neurológico e sensorial. Tais capacidades refletem em domínio corporal, linguagem oral e, principalmente, contribuem para a inteligência da criança.

Em poucas palavras na educação infantil, aprimorar essas características é mais importante do que aprender a ler o próprio nome. Eliminar atividades que favorecem a criatividade e o pensamento pode ter consequências graves. Infelizmente, muitas dessas práticas estão sendo substituídas pela escolarização antecipada.

Diz que a alfabetização é resultado de um processo longo e repleto de etapas, como gestos e expressões. Ao fazer um símbolo no ar, por exemplo, a criança já se manifesta a partir de uma linguagem mais próxima da escrita. Esse aprendizado gradual é imprescindível e deve acontecer nas classes de primeira infância, sem que atividades mecânicas de leitura e escrita atrapalhem ou forcem as etapas de desenvolvimento. O letramento exige um grau muito grande de amadurecimento neuromotor. Desse ponto de vista, a criança só estará pronta para ser alfabetizada por volta dos 6 anos, brincar leva o aluno a compreender a si mesmo, seus sentimentos e o mundo em que vive. Essa prática garante a formação das bases necessárias para a construção de outras linguagens.

Ao mesmo tempo em que a instituição exerce um papel importante, os pais também devem redobrar o cuidado com o letramento precoce. De acordo com alguns professores a pressão pode começar a ocorrer dentro de casa, quando os familiares incentivam a criança a ler palavras ou a escrever nomes aleatórios. É fundamental que todos se atentem a isso. No lar, bem como na escola, as atividades devem ser adequadas para a faixa etária.

Estimular a leitura precoce, por sua vez, compromete tal formação. Além disso, pode ocasionar problemas como sobrecarga, deficiências na coordenação motora, apatia, desinteresse, desmotivação e estresse. Aprender a ler não é simplesmente decifrar as letras, mas sim dominar um sistema simbólico, o que exige um grande amadurecimento neuropsíquico. Isso vai de cada pessoa, educar uma criança pode ser muito difícil e se for levar tudo isso em conta, saber qual a idade certa para se aprender e se desenvolver melhor, por isso é um assunto de suma importância para os dias atuais na monografia sobre educacao