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Crítica de George Orwell na literatura

George Orwell foi um famoso publicista britânico, romancista e crítico literário. Como crítico de livros, escreveu longos e sofisticados livros que influenciaram o gênero de crítica.

Como conclusão de seu ensaio sobre Charles Dickens, Orwell se apresentou como “um homem que sempre lutava contra alguma coisa”. Ele enfatizou que estava lutando a céu aberto e não estava com medo. Ele se descreveu como um “liberal do século XIX, uma inteligência livre” que estava generosamente zangado.

George Orwell escreveu um trabalho crítico sobre a peça de Bernard Shaw “Arms and the Man”. Ele acreditava que essa peça era a melhor de Bernard Shaw e que era mais provável que fosse socialmente relevante. A guerra não foi mostrada nesta peça como uma aventura romântica e divertida, e isso atraiu Orwell.

Em seu ensaio em defesa de P.G. Wodehouse Orwell escreveu uma avaliação humorística de seus trabalhos. Ele afirmou que as transmissões de Wodehouse da Alemanha durante a guerra não significavam que ele era desleal ao seu país. Orwell escreveu que o Ministério da Informação exagerou o significado negativo das ações de Wodehouse com o propósito de propaganda.

Em seu romance alegórico e satírico “Animal Farm”, o romancista reconheceu o governo de Joseph Stalin na União Soviética como ditadura e criticou-o.

Nos ensaios descrevendo críticas em si, como “Confessions of a Book Reviewer” e “Good Bad Books”, Orwell explorou por que um bom romance divertido era melhor que um romance ruim sobre um assunto sério.

Orwell criticou os revisores de livros por elogiar demais os trabalhos médios, porque causou descrédito entre os leitores. Ele culpou os periódicos por fazer propaganda para os anunciantes e acreditava que a solução para isso seria a mídia independente.

Orwell acreditava que apenas as pessoas que tratavam o romance como arte poderiam trabalhar como revisores de livros. Ele afirmou que os revisores devem ser as pessoas que estavam interessadas em descobrir o sentido profundo do livro, o que realmente era. Além disso, Orwell sugeriu que seria melhor que as resenhas de livros fossem feitas por amadores e não escritores praticantes. Ele achava que o feedback de tal pessoa seria mais imparcial do que o de um profissional entediado. Segundo Orwell, as críticas americanas eram melhores que as inglesas porque eram mais amadoras.

George Orwell apoiou revisões de livros sinceras, porque ele queria que o leitor pudesse confiar nas avaliações ou críticas encontradas na literatura.

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