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Críticas por Ray Bradbury

No prefácio do romance, Ray Bradbury escreveu sobre a história da criação de sua obra-prima. Na década de 1930 do século passado, um escritor morava em Los Angeles e frequentemente assistia a filmes. Tradicionalmente, antes de cada noticiário do cinema serem exibidos, era demonstrado que os nazistas queimavam livros. Esses vídeos tocaram Ray Bradbury tanto que ele decidiu criar um romance Fahrenheit 451. Durante a Grande Depressão, o escritor de ficção científica passou o tempo livre na biblioteca pública e os livros eram seus melhores amigos.

No prefácio, Ray Bradbury nos diz que ele é Guy Montag e se oferece para segui-lo em uma jornada de 130 páginas.

451 graus Fahrenheit é a temperatura na qual o papel se inflama e queima. Com esta epígrafe o romance começa. O autor nos leva para o futuro, onde as máquinas são de ficção científica, onde todas as pessoas vivem de acordo com a lei, pensando o padrão. É proibido manter livros em suas casas. Os bombeiros não extinguem os incêndios, apenas os encorajam. É o mundo da velocidade, diversões e números, onde as pessoas não se lembram do passado e não pensam no futuro.

O protagonista do romance é Guy Montag, um bombeiro. Ele gosta do fogo; ele sente que é um regente, executando uma sinfonia de fogo e destruição. Ele gosta de virar cinzas não apenas papel, mas páginas rasgadas e carbonizadas da história. Mas logo o leitor vê que ele é romântico. A primeira rachadura na mente de Montag apareceu após o encontro com Clarisse McClellan, uma garota que não vivia de acordo com as leis da cidade, que todos consideravam louca porque não era como as outras. Seu mundo consistia em dente de leão, gotas de chuva, orvalho, a lua, o vento. Clarisse é naturalidade e vida. Clarisse acendeu na alma de Guy aquela faísca que às vezes provocou e desapareceu, fazendo-lhe uma pergunta que Montag nunca havia pensado: você está feliz?

Após a reunião, a casa de Montag parecia fria, como uma tumba cheia de escuridão impenetrável. Ele viu sua esposa: cabelo queimado com a composição química, olhos com um brilho fosco e boca pintada de mau humor.

Montag ficou chocado com o ato de uma mulher, que morreu junto com seus livros. Sua morte é uma forma de protesto contra este mundo, uma rebelião contra as leis da cidade. Em sua casa, Montag secretamente leva alguns livros. Ele quer saber o que está escrito nos livros, porque uma mulher concorda em morrer em vez de deixá-los. Montag vai ao professor Faber, que lhe diz que o livro é apenas um dos receptáculos onde as pessoas guardam o que têm medo de esquecer. Os livros têm qualidade, eles têm um rosto. Eles respiram.

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