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Descartes Prova da Existência de Deus

De acordo com Descartes, existem diferenças na filosofia em qualquer questão. O único método verdadeiramente confiável é uma dedução matemática. Portanto, Descartes considera a matemática como um ideal científico. Este ideal tornou-se um fator determinante na filosofia cartesiana.

Existe algo que possamos ter certeza? Descartes diz sim. Mesmo se duvidarmos de tudo, não podemos duvidar que duvidamos que seja o fato de termos consciência e ser. Nós, portanto, temos uma afirmação absolutamente verdadeira, penso eu, portanto eu sou (cogito ergo sum).

A pessoa que formula a declaração cogito ergo sum expressa conhecimento no qual não pode duvidar. É um conhecimento reflexivo, que não pode ser refutado. Qualquer pessoa que duvide não pode, como pessoa duvidosa, duvidar (ou negar) que ele ou ela duvida e, portanto, ele ou ela existe.

É claro que essa afirmação não é suficiente para construir um sistema dedutivo inteiro. Provas adicionais de Descartes estão associadas à sua prova da existência de Deus. Do conceito de perfeito, ele infere a existência de um ser perfeito, Deus.

Deus perfeito não engana as pessoas. Isso nos dá confiança no método: tudo o que nos parece auto-evidente como a afirmação do cogito ergo sum, deveria ser um conhecimento válido. Esta é a fonte da teoria racionalista cartesiana do conhecimento: o critério da verdade do conhecimento não é apoio empírico (como no empirismo), mas as idéias que parecem claras e distintas para nossas mentes.

Descartes argumenta que, para ele, tão evidente quanto sua própria existência e a existência da consciência, é a existência de um ser pensante (alma) e vida estendida (matéria). Descartes introduz a doutrina do ser pensante (alma) e do ser estendido (matéria) como os únicos fenômenos fundamentalmente diferentes (além de Deus). A alma é apenas o ser pensante, mas não o ser estendido. A matéria é apenas coisa estendida, mas não a coisa pensante. A matéria é entendida usando apenas a mecânica (visão materialista-mecânica do mundo), enquanto a alma é livre e racional.

Descartes afirmou que o espírito humano tem a certeza imediata de sua existência em si mesmo, que é o que faz o espírito. Deus é o princípio da confiabilidade somente para aquilo que é diferente do espírito para o mundo dos sentidos, mas não para a autoconfiança do espírito. Deus é o princípio da validação da exatidão, sua autorização objetiva, confirmando que o que é claro e distinto para o espírito e, portanto, confiável, é de fato verdade. Vir para Deus é necessário para a transição da confiabilidade subjetiva para a objetiva.

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