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A escrita criativa meu rosto proibido

Meu rosto proibidoLatifa27 de setembro de 1996, 9h00. Alguém bate violentamente noporta da frente. A família inteira salta. Nós estivemos em um estado nervosodesde o amanhecer. Meu pai sai apressadamente da sala. Meu ansiosomãe segue-o com os olhos. Suas feições são desenhadas em fadiga. Ela não dormiu a noite toda. Ninguém dormiu. O foguete dispara ao redora cidade continuou até as duas da manhã. Minha irmã Soraya e eusussurrou no escuro. Nós não paramos nem uma vez que ficou quieto. Não houve descanso real para ser encontrado em qualquer lugar. Você pensaria que emCabul, nós nos acostumamos a ser alvos de foguetes. Tenho dezesseis eEstou convencido de que sempre os ouvi. A cidade foi cercada pormuito longo. Foi atacado, bombardeado e atacado novamente. Gangues assassinas nos incendiaram e nos fumou, às vezes enviadasnós correndo para o porão distante para abrigo. Mais uma noite deconvulsão deve ser apenas parte da rotina. Mas hoje sentediferente. Pai volta para a cozinha. Logo atrás dele énosso jovem primo, Farad. Ele está sem fôlego e uma cor horrível eParece que ele está tremendo por dentro. Todo o seu rosto é medo. Eletem dificuldade em falar, as palavras caem umas sobre as outras intercaladascom estranhos suspiros. “Eu vim. para receber suas notícias. Está tudo bem? Você

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