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Controle de drogas e legalização da maconha

Hoje, a maconha é fumada em todo o mundo. Em 2015, o Observatório Europeu da Droga publicou um relatório segundo o qual a maconha era a droga mais popular na Europa. Cerca de 79 milhões de europeus pelo menos uma vez na vida fumaram maconha.

Este é um produto multicultural, mas em diferentes países a disseminação da maconha para fumar é diferente. Por exemplo, com base em dados da ONU de 2003 a 2014, Recovery Marcas nos EUA e Europa realizou um estudo, segundo o qual o maior número de adultos que fumaram maconha pelo menos uma vez no ano passado foi observado em cinco países – Islândia, EUA, Espanha, República Tcheca e França. No território da CEI, a maconha também é popular. Na Rússia, a cannabis é fumada por cerca de 3,5% da população.

O trabalho sistemático no estudo da maconha como droga começou nos anos 1970 e continua até hoje. Os governos dos EUA, Canadá, Austrália, Grã-Bretanha e Holanda formaram um grupo de cientistas para estudar a influência da maconha. Os cientistas disseram que o uso limitado não causa danos. Até mesmo a Comissão Nacional de Maconha e Toxicodependência de Nixon concluiu que o efeito da maconha como droga não é tão significativo. Ainda havia contra-argumentos.

A principal comissão americana para estudar drogas é chamada Shafer. Foi criado em 1970. É patrocinado pelo governo. Naqueles anos, a equipe estruturou dados já conhecidos e realizou alguns experimentos. O trabalho envolveu professores, médicos, advogados e autoridades policiais. Como resultado, a comissão chegou à conclusão de que não há provas exatas de que fumar maconha seja a causa do crime, dos transtornos mentais e de uma queda na motivação. A Academia Nacional de Ciências dos Estados Unidos concordou em termos gerais com esses resultados em 1982. Os pesquisadores também observaram que o uso de uma grande quantidade de maconha é uma consequência e não uma causa de problemas sociais e psicológicos de pessoas individuais. Em 1995, a comissão holandesa sobre a maconha e seus colegas da revista médica britânica Lancet disse que os danos da cannabis eram significativamente exagerados.

Hoje, uma grande ênfase nesses estudos está sendo feita sobre o estudo das propriedades medicinais da maconha. Isso porque, para uma grande parte da comunidade científica, agora é importante provar a necessidade de usar maconha em certas áreas da medicina e alcançar sua relativa descriminalização.

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