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Um mapa completo do DNA de um organismo complexo

Assim como com qualquer tipo de mapa, um genético deve ilustrar as posições exatas das características distintivas. Bem, ao lidar com um mapa geográfico, esses marcadores parecem ser componentes reconhecíveis da paisagem, incluindo estradas, rios e edifícios. Então, surge uma questão: que marcadores podemos empregar em uma paisagem genética?

Os primeiros mapas genéticos, elaborados nas primeiras décadas do século XX para organismos como a mosca da fruta, empregaram genes como marcadores. Demorou muito tempo até se perceber que os genes são segmentos de moléculas de DNA. Em vez disso, os genes eram considerados entidades abstratas, os únicos responsáveis ​​pela transmissão de características hereditárias dos pais para os descendentes.

Para ser útil na análise genética, uma característica hereditária precisa existir em duas ou mais formas alternativas ou fenótipos. Cada fenótipo é especificado por um alelo diferente do gene definido. Para começar, os únicos genes que poderiam ser explorados eram aqueles que especificam fenótipos distinguíveis pelo exame visual. Por exemplo, os primeiros mapas de mosca-das-frutas demonstraram as posições dos genes para a cor dos olhos, cor do corpo, forma da asa, etc., sendo todos esses fenótipos visíveis observando-se as moscas com um microscópio de baixa potência ou mesmo a olho nu.

A abordagem dada tornou-se boa nos primeiros dias, embora os geneticistas logo tenham percebido que havia apenas um número restrito de fenótipos visuais cuja herança poderia ser explorada e, em muitos casos, sua análise foi bastante complicada devido ao fato de que Um único fenótipo pode ser afetado por mais de um gene. Por exemplo, em 1922, mais de 50 genes haviam sido mapeados nos quatro cromossomos da mosca-das-frutas, embora nove deles fossem da cor dos olhos. Então, em pesquisas posteriores, geneticistas explorando moscas de frutas tiveram que aprender a distinguir entre olhos vermelhos, vermelhão, granada, vermelho claro, cravo, rubi, sépia, cinábrio, escarlate, cardeal, clarete, rosa, roxo ou marrom. Para tornar os mapas genéticos mais abrangentes, seria necessário identificar características que fossem mais distintas e também menos complexas que as visuais.

A solução foi utilizar bioquímica para distinguir fenótipos. Tem sido particularmente crucial com dois tipos de organismos, que são seres humanos e micróbios. Os micróbios, como bactérias e leveduras, possuem poucas características visuais, portanto, o mapeamento genético com esses organismos depende de fenótipos bioquímicos.

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