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A alegoria como reflexo da minha vida

Descrever a vida de uma pessoa com a ajuda da alegoria pode ser mais vívido do que uma descrição simples. A alegoria é geralmente usada para ensinar aos leitores alguma lição moral. Isso faz com que os personagens e eventos da história representem algo mais do que apenas seu significado literal. A alegoria mostra como o autor vê o mundo e o que ele acredita que o mundo deveria ser.

Os exemplos do uso da alegoria podem ser encontrados na literatura e são consistentes com o que acontece na vida cotidiana. Por exemplo, nos diálogos de Platão, Sócrates fala com Glaucon. Ele descreve os seres humanos acorrentados por pernas e pescoços na caverna subterrânea e a parede baixa que separa os prisioneiros. Esta parede reflete as sombras do fogo ardente. Sócrates diz que as pessoas nesta caverna não viram a si mesmas ou aos outros aprisionados na caverna. Eles só viram as sombras lançadas pelo fogo na parede oposta da caverna. Esta é a imagem da ignorância. Isso significa que os prisioneiros não conhecem a verdade. O fogo simboliza a luz da verdade e do conhecimento, e eles não são capazes de alcançá-lo.

Falando sobre como essa alegoria reflete sobre minha própria vida, devo dizer que também estive nas situações em que não conhecia a verdade e confiava apenas em minhas suposições. Eu não percebi porque estava na chamada “caverna” da ignorância e não sabia como sair dela. Além disso, em algum momento eu nem sabia que estava na caverna. A situação em que eu estava vivendo parecia-me a vida real e eu não conhecia nenhuma outra vida. Só depois de algum tempo consegui alcançar a luz e sair da caverna.

Sócrates também quer que Glaucon imagine como um dos prisioneiros é arrastado para a luz e como ele está relutante em se mover. Eu acredito que esta alegoria é sobre a liberdade de escolha. A escolha de aprender a verdade só pode ser uma escolha voluntária. Se o prisioneiro é forçado a sair da caverna muito rapidamente, seus olhos ficarão cegos pela luz, porque é tão desconhecido para ele. Seus olhos simplesmente não estão acostumados a isso. Ele poderia não ver nada naquela luz e seus olhos doeriam. É possível que ele queira voltar para a escuridão. Parece-me que a explicação da luz como conhecimento é muito eloquente. Uma pessoa deve estar preparada para receber conhecimento e fazê-lo voluntária e gradualmente. Se você forçar alguém a adquirir conhecimento, ele não poderá aceitá-lo. Deve acontecer no momento certo e no próprio ritmo, então a pessoa não ficará cega por essa luz simbólica. Eu também experimentei esta ascensão gradual para a luz em minha vida.

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